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Última revisão em 2026-03-10. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
A Turquia tem o 15.º maior PIB PPC (Paridade do Poder de Compra) do mundo e o 17.º o maior PIB nominal. O país é membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e do G20. Durante as primeiras seis décadas da República, entre 1923 e 1983, na economia predominou uma abordagem quase-estatal, com planeamento governamental rigoroso, com limitações sobre a participação do setor privado, comércio externo, fluxo de moeda estrangeira e investimento direto estrangeiro. Em 1983, o primeiro-ministro Turgut Özal iniciou uma série de reformas destinadas a abrir a economia, substituindo o sistema estatista isolado por uma economia de mercado. As reformas que promoveram o crescimento rápido, um processo que foi marcado por fortes recessões e crises financeiras em 1994, 1999 (após o terremoto daquele ano), e 2001. Entre 1981 e 2003 a média de crescimento anual do PIB foi de 4% por ano. A falta de reformas fiscais adicionais, combinada défices do setor público elevados e crescentes e a corrupção política generalizada resultaram em inflação alta, um setor bancário fraco e aumento da volatilidade macroeconómica. Desde a crise económica de 2001 e das reformas iniciadas pelo ministro das finanças da época, Kemal Derviş, a inflação caiu para números de um dígito, a confiança dos investidores, os investimentos estrangeiros aumentaram e o desemprego caiu. O FMI previa uma taxa de inflação de 6% para a Turquia em 2008.
Fontes: pt.wikipedia.org
A Turquia tem aberto os seus mercados através de reformas económicas, reduzindo o controle governamental sobre o comércio, os investimentos estrangeiros, promovendo a privatização de setores públicos e a liberalização de muitos setores. A participação privada e estrangeira continuou a ser tema muito debatido politicamente. A dívida pública em relação ao PIB, embora muito abaixo do seu nível durante a recessão de 2001, atingiu 46% em 2010. A taxa de crescimento do PIB de 2002–2007 foi em média 7,4%, o que fez da Turquia uma das economias que mais cresceram no mundo durante esse período. No entanto, o crescimento do PIB desacelerou para 4,5% em 2008, e no início de 2009, a economia turca foi afetada pela crise financeira global, com o FMI aponta para uma recessão global de 5,1% para aquele ano, em comparação com a estimativa do governo turco de 3,6%.
Fontes: pt.wikipedia.org
A economia da Turquia é cada vez mais dependente da indústria nas grandes cidades, sobretudo concentrada nas províncias ocidentais do país, e menos da agricultura. No entanto, a agricultura ainda é um dos principais pilares da economia turca. Em 2007, o setor agrícola foi responsável por 27% do emprego e 9% do PIB, enquanto o setor industrial respondeu por 31% e o setor terciário representou 59%. O setor do turismo tem experimentado um crescimento rápido nos últimos 20 anos, e constitui uma parte importante da economia. Em 2008 registaram-se 31 milhões de turistas estrangeiros, contribuíram com 22 mil milhões * US$ para as receitas da Turquia. Outros setores-chave da economia turca são o bancário, da construção, de eletrodomésticos, eletrónica, têxteis, petroquímica, alimentação, mineração, siderurgia e indústria de máquinas e indústria automobilística. A Turquia tem uma vasta e crescente indústria automobilística, a qual produziu 1 147 110 veículos em 2008, o que coloca o país como 6.º maior produtor da Europa (atrás do Reino Unido e acima de Itália) e o 15.º do mundo. A Turquia também é uma das principais nações da construção naval. Em 2007, o país ocupou a quarta posição no mundo (atrás da China, Coreia do Sul e Japão) em termos do número de navios encomendados, e em 4.º (atrás da Itália, EUA e Canadá) em termos do número de mega-iates. A Turquia beneficiou da união aduaneira com a União Europeia, assinada em 1995, para aumentar a sua produção industrial destinada à exportação e o investimento estrangeiro no país.
Fontes: pt.wikipedia.org
O país usufrui ainda de um acordo de comércio livre com a União Europeia que dá aos produtos turcos acesso livre a todo o mercado da UE. Em 2007 as exportações tinham atingido 115 000 milhões US$, tendo como principais destinos a Alemanha (11%), Reino Unido (8%), Itália (7%), França (6%), Espanha (4%), e EUA (4%). No total, as exportações para a UE representaram nesse ano 57% do total. As importações totalizaram 162 mil milhões * US$ em 2007, o que ameaçava o equilíbrio da balança comercial. Os principais parceiros de importação foram a Rússia (14%), Alemanha (10%), China (8%), Itália (6%), EUA (5%), França (5%), Irão (4%) e Reino Unido (3%). As importações da UE representaram 40% do total e as da Ásia 27%. Em 2008, as exportações turcas ascenderam a 142 mil milhões * e as importações a 205 mil milhões * US$. Depois de anos de baixos níveis de investimento estrangeiro direto (IED), o país conseguiu atrair 22 mil milhões * US$ em IED em 2007 e esperava-se que atraísse um número maior nos anos seguintes. Uma série de grandes privatizações, a estabilidade promovida pelo início das negociações de adesão da Turquia à UE, o crescimento forte e estável, e as mudanças estruturais no sistema bancário, comércio retalhista e telecomunicações têm contribuído para o aumento do investimento estrangeiro.
Fontes: pt.wikipedia.org
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Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Sr9009)
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